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Nano revolução: Verdade ou mito?

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A "nano partícula" neologismo que surgiu há pouco mais de dez anos penetrou na literatura técnica aumentando a sua abrangência em várias áreas tais como a química, biologia, física e muitas outras, como é o caso da computação.

Mas, no escopo do nosso site, deveremos nos ater aos materiais de compostos poliméricos que são as cargas pigmentos e aditivos.

O que há pois de verdade na literatura especializada ou no restante da mídia que mereçam uma reflexão sobre a vastíssima lista de publicações? O que se apregoa e já se anuncia produtos comerciais cujo teor só é conseguido com 40% do produto normal, o mesmo cai para 8% com a nanocarga. As vantagens comerciais são inúmeras; produtos mais leves e resistentes, maior número de plásticos com barreira e logicamente menor peso específico dos compostos, principalmente nos materiais para as indústrias aeronáuticas e de computadores.

As aplicações se multiplicam prevendo-se tinôtas que não riscam, roupas que não sujam e outras ainda mais curiosas tais como a língua eletrônica que é capaz de classificar vinhos comum paladar 1000 vezes maior do que o humano e as novidades não param por aí, deverão operar maravilhas na indústria automobilística em aplicações sob o capô e quem sabe, nos pneus onde imperam os detestados nanos, os negros de fumo.

Um mercado garantido é o da indústria farmacêutica onde a maior ação nos medicamentos terá, sem dúvida ainda mais surpreendente impacto onde os pós milagrosos permitirão produtos de maior pureza e eficácia.

As projeções para o futuro indicam que o consumo gerará a cifra de US$ trilhão. Não há dúvida que a Nano Ciência terá um futuro brilhante.

Antônio C. M. Feijó

Assestel

Última atualização ( Qui, 31 de Julho de 2008 10:46 )